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PRÉ-SAL RESPONDEU POR MAIS DE 57% DA PRODUÇÃO DE PETRÓLEO OPERADA PELA PETROBRÁS NO BRASIL EM JANEIRO

A Petrobrás insiste em lutar contra o conteúdo local em Libra, mas seus dados mostram que a construção de unidades em território nacional não impediu a empresa de conquistar recordes sucessivos em termos de produção, produtividade e agilidade no alcance de marcas importantes no pré-sal. Depois de ultrapassar a barreira de 1 milhão de barris produzidos por dia na área em menos tempo do que se conseguiu em regiões como Golfo do México e Mar do Norte, agora a estatal soma novos recordes relativos ao mês de janeiro, quando a produção operada por ela no pré-sal representou mais de 57,3% da sua produção no País. Leia mais

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FEDERAÇÕES DAS INDÚSTRIAS E ASSOCIAÇÕES EMPRESARIAIS DIVULGAM MANIFESTO EM DEFESA DO CONTEÚDO LOCAL

O debate sobre o conteúdo local ganha mais um capítulo nesta quinta-feira (16), quando está agendada a reunião que definirá os rumos da política, e agora são as federações das indústrias e as associações de empresas que tentam mostrar ao governo a importância de se garantir que as petroleiras não enviem todas as contratações futuras para outros países. Em vista disso, o Movimento Produz Brasil, criado por 14 entidades da indústria brasileira, como Firjan, Fiesp, Fiemg, Abemi e Abimaq, divulgou uma carta em defesa da política de conteúdo local, que o Petronotícias reproduz na íntegra abaixo: Leia mais

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FIM DO CONTEÚDO LOCAL PODE REDUZIR EM MAIS DE 90% O IMPACTO DO SETOR DE EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO NO PIB E NA GERAÇÃO DE EMPREGOS NO BRASIL

A indústria de óleo e gás está com todos os olhos voltados para o que vai sair da reunião marcada para esta quinta-feira (16), o dia D que vai definir o futuro do conteúdo local no Brasil, mas um estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) traz novas informações importantes para serem levadas em conta no encontro coordenado pelo ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha (foto), com outros representantes do comitê nacional que revisa a política. Os dados levantados pela federação mostram que se as regras forem descartadas o impacto será gigantesco no Brasil, podendo representar uma queda de 92,2% na contribuição do setor de exploração e produção para o Produto Interno Bruto (PIB) nacional e de 90,6% na geração de empregos no País. Leia mais

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OPEP DIZ QUE AINDA É CEDO AFIRMAR SE ACORDO DE PRODUÇÃO SERÁ PRORROGADO

O secretário-geral da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Mohammad Barkindo, disse nesta segunda (13) que ainda é cedo para dizer se o acordo de corte de produção será prorrogado.

Barkindo afirmou que os primeiros resultados do acordo foram satisfatórios. A produção de 11 países que decidiram frear a produção caiu para 29,8 milhões de barris de petróleo por dia. O secretário ainda declarou que o acordo vai reduzir os estoques para níveis similares à média registrada nos últimos cinco anos.

No entanto, Barkindo também disse que o reequilíbrio nos preços do barril não acontecerá no curto prazo, especialmente porque os níveis de estoques estão ainda excessivamente altos.

 

Fonte: https://www.petronoticias.com.br/archives/94948

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PROGRAMA DE INCENTIVO AO SETOR DE GÁS AVANÇA COM DEFINIÇÃO DE COORDENADORES

O Ministério de Minas e Energia (MME) definiu nos últimos dias a composição dos subcomitês temáticos que compõem o Comitê Técnico para o Desenvolvimento da Indústria do Gás Natural (CT-GN), com a indicação dos coordenadores e relatores de cada um dos grupos. O objetivo é levar adiante o programa Gás para Crescer, voltado a incentivar o segmento de gás natural no Brasil.

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MULTAS DA RECEITA CONTRA ENVOLVIDOS NA LAVA-JATO SOMAM R$ 15 BILHÕES

Políticos e empresários envolvidos nos escândalos da Petrobrás vão ter que sacudir os bolsos quando a nova cobrança da Receita Federal chegar: serão R$ 15 bilhões. O montante representa a soma de todas as atuações realizadas pela entidade até o final de janeiro. Além disso, o valor leva em conta as atuações futuras, com base em descobertas feitas por um grupo especial que investiga os crime tributários de desvios na Petrobrás. Leia mais

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ANP DIVULGA PEDIDO DE WAIVER DA PETROBRÁS PARA LIBRA, MAS DOCUMENTOS NÃO DETALHAM COMPARAÇÃO DE PREÇOS DO BRASIL COM O EXTERIOR

A ANP abriu consulta pública do pedido de waiver (perdão pelo descumprimento) do conteúdo local do FPSO piloto de Libra, feito pela Petrobrás, mas o documento apresentado não detalha os valores ofertados pelas empresas afretadoras, o que seria a base da afirmação do presidente da estatal, Pedro Parente, de que a construção no Brasil seria 40% mais cara do que no exterior. Além disso, o texto apresenta dados que não levam em conta diversos fornecimentos já realizados no País com alto índice de conteúdo local, inclusive com um estudo para mostrar a situação dos estaleiros brasileiros datado de agosto de 2015, sem que essas empresas fossem ouvidas para a licitação de Libra.O extenso processo, de 158 páginas, traz diversas argumentações da Petrobrás, inclui um estudo da DNV-GL e um relatório sobre a situação dos estaleiros nacionais, alegando que um dos problemas seria a falta de diques secos disponíveis no Brasil, apesar de citar cinco estaleiros que poderiam atender à demanda: Estaleiro Atlântico Sul, Estaleiro Enseada do Paraguaçu (EEP), Estaleiro Inhaúma, Estaleiro Rio Grande e Estaleiro do Nordeste (ENOR).

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